Lucas Soares Murta
Ex-bancário, com experiência no mercado financeiro e atuação em Direito Bancário. Participa da análise e condução de casos envolvendo contratos, cobranças e relações com instituições financeiras.
Parcelas altas, juros, cobranças, garantias e execuções podem comprometer o caixa e limitar as decisões da empresa. A Vitorino & Murta analisa o passivo bancário como um todo para definir prioridades, avaliar contratos e estruturar as medidas jurídicas e negociais adequadas a cada cenário.
Antes de negociar qualquer contrato, é importante entender quanto a empresa deve, quais garantias estão envolvidas, o que já está vencido e onde existe maior risco para o caixa e para a operação.
A gestão de passivo bancário empresarial começa pela organização do problema. É preciso saber quanto a empresa deve, quais contratos pesam mais no caixa, quais garantias estão em risco e quais cobranças exigem resposta imediata. Com esse cenário claro, fica mais fácil definir o que negociar, o que revisar e onde é preciso se defender.
Veja também nosso conteúdo completo sobre gestão de passivo bancário.
Quando as parcelas começam a apertar o caixa, a empresa precisa de crédito novo para pagar dívida antiga, existem vários contratos sem uma estratégia única ou já surgiram cobranças, execuções e risco de bloqueio.
Contratos, valores, vencimentos, garantias, avais, cobranças, processos e a capacidade real de pagamento da empresa. A partir disso, é possível decidir quais dívidas negociar, quais contratos revisar e quais medidas jurídicas precisam ser tomadas.
A Vitorino & Murta atua em Direito Bancário. Seus sócios, Lucas Soares Murta e Rafael Vitorino Correia Silva, são ex-bancários e possuem mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro, o que contribui para uma leitura prática das relações entre empresas e instituições financeiras.
Ex-bancário, com experiência no mercado financeiro e atuação em Direito Bancário. Participa da análise e condução de casos envolvendo contratos, cobranças e relações com instituições financeiras.
Ex-bancário, com experiência no mercado financeiro e atuação em Direito Bancário para pessoas físicas e jurídicas. Sua vivência no setor contribui para a análise prática das operações bancárias e dos contratos.
Fundado em 2016, o escritório atua em Direito Bancário e atende clientes em todo o Brasil, com estrutura digital para reuniões, envio de documentos e acompanhamento dos casos.
Cada empresa tem um cenário diferente. Por isso, a análise considera o conjunto das dívidas bancárias e pode envolver estas frentes, de acordo com os contratos e o estágio das cobranças.
Levantar contratos, valores, parcelas, vencimentos, garantias, avais e cobranças para entender o peso real do passivo sobre o caixa.
Avaliar condições de pagamento que façam sentido para o caixa da empresa antes de assumir um novo acordo com o banco.
Analisar empréstimos, financiamentos, capital de giro e outras operações para identificar cláusulas, encargos, garantias e pontos relevantes para a estratégia.
Avaliar as medidas jurídicas cabíveis quando já existe execução bancária, cobrança judicial, bloqueio, penhora ou risco sobre bens dados em garantia.
Organizar o que deve ser negociado, revisado ou defendido primeiro, considerando o caixa, os riscos jurídicos e a continuidade da empresa.
Porque um acordo aparentemente bom pode consumir o caixa necessário para pagar outra obrigação mais urgente. A gestão integrada ajuda a enxergar todas as dívidas, garantias e riscos antes de definir a ordem das decisões.
Quando o endividamento cresce, o problema raramente está em um único contrato. A empresa pode ter parcelas altas, vencimentos próximos, garantias pessoais, falta de crédito e cobranças acontecendo ao mesmo tempo. Organizar essas informações é o primeiro passo para entender o que precisa ser tratado com urgência.
Cada linha de crédito tem regras, custos e garantias diferentes. A análise considera o contrato, a evolução da dívida, os encargos cobrados e o impacto do inadimplemento sobre a empresa.
Muitas dívidas empresariais também envolvem os sócios ou terceiros como garantidores. Por isso, é importante saber quais bens e responsabilidades estão ligados a cada contrato bancário.
Quando a cobrança chega ao Judiciário, é preciso analisar o processo, o contrato, as garantias e as medidas de defesa possíveis. Dependendo do caso, a negociação com o banco também pode continuar em paralelo.
Antes de aceitar um acordo, é importante verificar se a nova parcela realmente cabe no fluxo de caixa. Uma negociação que resolve um contrato e cria outro problema financeiro não reorganiza o passivo.
Converse com a equipe da Vitorino & Murta para entender o cenário atual, os contratos envolvidos e quais caminhos podem ser avaliados para reorganizar o passivo bancário da empresa.